Por dez anos, trabalhei com o corpo humano. Aprendi a ouvir o
que não é dito, a identificar o que realmente dói e a construir
soluções que fazem sentido para quem está na minha frente. Hoje,
faço isso com interfaces.
A transição da Fisioterapia para o desenvolvimento front-end e o
design UI/UX não foi um desvio de rota. O mesmo raciocínio
analítico que eu usava para elaborar um diagnóstico, uso agora
para entender fluxos, identificar fricções e construir
experiências que funcionam de verdade.
Atualmente, busco expandir essa visão cursando UI/UX Design pelo
Google, me graduando em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
pela UNINTER e, recentemente, concluí a residência em
desenvolvimento Full Stack pela UFC. Mas o que realmente me move
é algo simples: a certeza de que uma interface bem feita resolve
um problema real para uma pessoa real.